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Mercado imobiliário se mantém otimista para 2021

Diferenciais

O mercado imobiliário está otimista neste início de ano. Após um ano imprevisível e repleto de desafios, mas que surpreendentemente apresentou resultados positivos, o setor acredita que o desempenho das empresas será igualmente satisfatório neste 2021.

Pesquisa divulgada pelo Secovi – Sindicato da Habitação – revelou que 2020 foi um ano bastante movimentado para o mercado imobiliário paulista, sobretudo em Sorocaba. O estudo segmenta as cidades pesquisadas por Região Administrativa (RA) do Estado de São Paulo e mostra que, nos primeiros nove meses de 2020, a RA de Sorocaba registrou a maior quantidade de lotes lançados no estado, com 4.616 (quatro mil seiscentos e dezesseis), resultado superior aos das regiões administrativas de Campinas, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto.

Já para este ano, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) projeta a maior alta para o mercado imobiliário em oito anos. A entidade prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) do segmento deverá avançar 4%, depois de recuar 2,8% em 2020.

Caso a estimativa se confirme, essa será a maior expansão para a construção civil desde 2013, quando o setor tinha crescido 4,5%. O setor deverá ter desempenho melhor que o restante da economia. Segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o PIB brasileiro de 2021 crescerá 3,2%.

Mesmo com as incertezas trazidas pela pandemia, de janeiro a outubro do ano passado os financiamentos imobiliários concedidos com recursos da poupança totalizaram R$ 92,7 bilhões, crescimento de 48,8% em relação ao mesmo período de 2019, segundo os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Estímulos contribuíram para rápida recuperação do mercado imobiliário

Beneficiado pelos juros baixos, por depósitos recordes na poupança e pela atuação dos bancos, o mercado imobiliário ganhou impulso sobretudo no segundo semestre. De acordo com o presidente da Construtora Planeta, Ricardo Guimarães, as taxas de juros baixas somadas aos incentivos que os bancos oferecem, facilitando o acesso ao crédito, deverão manter o setor aquecido. “Apesar de todos os desafios, 2020 foi excelente para a compra de imóveis e este cenário do mercado imobiliário deverá se manter”, diz.

Ricardo diz que o saldo de 2020 foi bastante positivo para a construtora. “Embora tenha sido um ano atípico, tivemos desempenho superior até mesmo a alguns períodos de 2019. De julho a setembro de 2020, por exemplo, registramos um aumento de mais de 100% nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado”, afirma.

Empregos em alta 

 Além do volume de vendas, o mercado imobiliário não parou por causa da pandemia e criou postos de trabalho durante todo o ano. O setor foi o que mais abriu vagas em 2020, tanto com carteira assinada quanto para trabalhadores informais ou por conta própria.

A Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad) Contínua mais recente, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no fim do ano passado, registrou o crescimento na ocupação em quatro dos 10 grupos de atividades: construção civil, com a maior alta, de 10,7%; comércio e reparação de veículos (4,4%); agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,8%); e indústria (3%).

A Pnad Contínua considera a ocupação de trabalhadores por conta própria, informais e com carteira assinada. Segundo o levantamento, o contingente da força de trabalho na construção civil passou de 5,336 milhões no trimestre móvel de maio/junho/julho de 2020 para 5,910 milhões no período agosto/setembro/outubro, com 574 mil novas oportunidades de trabalho.

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que avalia apenas o trabalho formal, também aponta a construção civil como o setor que mais gerou vagas de janeiro a novembro de 2020: 157.881 mil. A criação de postos de trabalho aumentou 34,6% na comparação com o mesmo período de 2019. O crescimento acumulado do número de trabalhadores com carteira assinada foi de 7,29% em 11 meses. No início de janeiro de 2020, o contingente era de 2,176 milhões e, no final de novembro, 2,324 milhões de trabalhadores com carteira assinada.

Já um levantamento do Banco Nacional de Empregos (BNE) aponta que as vagas na construção civil aumentaram 37% em 2020 na comparação com 2019. De acordo com a pesquisa, os meses com mais vagas abertas no setor foram agosto, setembro, outubro e novembro de 2020, consolidando uma retomada do setor no segundo semestre. Os meses marcaram a flexibilização das medidas de isolamento e o retorno das atividades econômicas, o que aqueceu o mercado. Mais de 324 mil imóveis foram financiados, em 2020, no Brasil, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Com informações do jornal Correio Braziliense. 

Nível de atividade do mercado imobiliário também apresenta alta

O nível de atividade da construção civil registrou alta em dezembro, pelo quarto mês consecutivo, o que confirma a tendência de recuperação no setor. Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) relativa a novembro, a utilização da capacidade operacional no setor atingiu 63% no período, o maior nível desde dezembro de 2014. A sondagem mostra ainda que a confiança dos empresários permanece em alta no setor.

 

Boas notícias para 2021

Investimentos em tecnologia, inovação e relacionamento com o cliente, entre outras, estão entre as estratégias da Construtora Planeta para manter o bom desempenho. A empresa projeta oito lançamentos para este ano, além de uma entrega dentro do prazo. Entre os lançamentos previstos está o Planeta Square Garden, grandioso complexo multiuso inédito no mercado imobiliário regional que contará com dois condomínios residenciais, uma torre comercial, um mall de padrão internacional com mix diversificado de lojas e uma ampla praça de convivência que interligará todo o empreendimento. 

Tendência nos Estados Unidos, empreendimentos multiuso estão ganhando cada vez mais espaço no mercado imobiliário brasileiro, sobretudo em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro. Agora, a região de Sorocaba receberá seu primeiro complexo imobiliário de uso misto, uma nova centralidade urbana, cuja vantagem, entre outras, é a vasta gama de serviços aos moradores e a possibilidade de morar e trabalhar em um mesmo lugar, além da alta valorização do imóvel.

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